Certo dia, Carolina de apenas 7 anos, chegou na escola com alguns ferimentos no corpo.
Margarida, a professora (que também era diretora), observando os ferimentos evidentes questionou o que poderia ter ocorrido. Carolina revela que estava com corrimento vaginal e que sofreu abuso sexual praticado pelo seu padrasto. Imediatamente Margarida entrou em contato com a mãe e seu companheiro que negaram todo relato de Carolina. Após a negativa dos responsáveis, Margarida se abstém de noticiar a violação ao órgão competente.
Considerando apenas o disposto na Lei 8.069/1990: